quarta-feira, 14 de abril de 2010

O Capitão Honda também enfrentou problemas com o armamento

Tomei a liberdade de publicar o comentário que o Capitão Honda PMAM fez em relação ao último post, pois, ao contrário do que eu pensava, ele também enfrentou problemas com o transporte do armamento. Isso só reforça a minha idéia que estes fatos são rotina e não exceção.
"Marco, corroborando com seu comentário, só posso dizer que infelizmente meu embarque com armamento também não foi um mar de rosas. Segui as orientações do COTER e nesse sentido até elogio o interesse do ST Lemes, que sempre ligava ou mandava e-mail passando os bizus e perguntando se já havia feito os contatos em Manaus. Fui à Seção de Fiscalização e Controle de Produtos Controlados (SFPC) da 12.a Região Militar e consegui um Ofício do Cmt da Região ao Superintendente da Receita Federal (sim, RECEITA) informando a saída do meu armamento. Fui duas vezes à PF e disseram que não era com eles, pois eu estava indo para fora do País e fugia de sua competência (!). Na Copa Airlines, empresa pela qual fiz o trajeto Manaus-Panamá-Santo Domingo, o Comandante não quis levar a arma na cabine, mesmo com a tal "maleta 007" trancada e a pistola desmontada, de modo que ela foi despachada junto com as outras bagagens!!! Em todas as conexões (Panamá e Santo Domingo) criaram caso com meu armamento, dizendo que queriam um documento da ONU. Eu explicava, explicava, e na prática acabei prosseguindo somente após chegar algum supervisor e dizer: "Não, tá bom, pode deixar.", como se fosse na base do favor. Confesso ter ficado muito preocupado com a possibilidade do meu armamento ficar retido em algum aeroporto. Ah, e em Santo Domingo ainda criaram o maior caso com os medicamentos (do EB, lacrados) que levava.
Bem, como você falou, Marco, essa história também teve outros detalhes, que não dá para escrever em um simples comentário!
Espero agora que o Cap Tadeu consiga resolver esse imbróglio e venha logo somar conosco na MINUSTAH!
Abçs a todos q acompanham esse blog!
Cap PMAM Fábio Honda
13 de abril de 2010 21:35"

terça-feira, 13 de abril de 2010

Embarque de armamento: até quando este problema seguirá sem solução?

Na semana passada acompanhei a situação constrangedora vivenciada pelo Capitão Tadeu da PMERJ, o qual não pode embarcar para a Missão da ONU no Haiti - MINUSTAH - em virtude de problemas burocráticos no embarque do armamento, com a suposta necessidade de documentos além dos fornecidos pelo COTER, os quais foram solicitados pela TAM. Imaginem a decepção deste Oficial ao ser "barrado" praticamente no portão de embarque. Imagino com que cara ele voltou para casa e encarou seus vizinhos, familiares e amigos. Argumentos não faltaram, mas nesses casos a burocracia impera. Sim, acredito que este problema se resuma à burocracia e desinformação por parte dos funcionários das companhias aéreas, pois o Cap Honda PMAM embarcou para o Haiti a duas semana atrás e pelo que consta não teve nenhum problema. O próprio Capitão Bassalo - PMAM - que retornou recentemente da missão na haiti, enviou e-mail esta semana dizendo que viajou pela American Airlines e não teve qualquer problema.
Este fato bem que poderia passar desapercebido a algum tempo atrás, pois não havia uma comunicação efetiva entre os policiais que estavam embarcando para uma missão e os UNPOLs veteranos. No entanto, atualmente, como as facilidades da internet, nós nos comunicamos quase que diariamente e não podemos nos calar com este descaso que os policiais brasileiros tem que enfrentar a cada embarque.
Para citar somente alguns casos, um capitão do RS teve sua arma apreendida em Londres durante uma conexão em sua viagem para Kosovo pois a documentação que ele conduzia não estava correta segundo as autoridades inglesas. O capitão seguiu viagem, no entanto o armamento e munição chegaram a Pristina somente 15 dias após. O contingente brasileiro que está atualmente no Timor enfrentou problemas com o armamento na conexão em Buenos Aires e somente após muita conversa conseguiram solucionar o problema com os gendarmes argentinos.
Para finalizar, conto o fato que aconteceu comigo. Os procedimentos de embarque para Miami em Guarulhos em junho de 2007 foram muito confusos, tive que ir na Polícia Federal duas ou três vezes. No guichê da TAM os funcionários não sabiam dizer se a arma ia comigo como bagagem de mão ou na bagagem a ser despachada. O único documento do COTER que eu tinha era um e-mail que imprimi onde constava os dados da arma e munição (o documento original estava em Brasília e me mandaram uma cópia escaneada). Me informaram na IGPM que haveria um Oficial do Exército em SP para me auxiliar no embarque. Não havia ninguém. Me informaram que enviariam o documento original para a Delegacia da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos. Nenhum policial federal sabia a respeito de tal documento. Naquele momento lembrei de um conselho do meu colega de turma, Capitão Freitas, o qual já estava no Haiti, me dirigi ao balcão da PF para declarar a arma. A princípio não queriam fazer, pois disseram que não era necessário. Insisti e acabaram fazendo a declaração. Nas minhas duas passagens com armamento por Miami (ida e volta da missão) fui muito bem tratado pelos policiais de fronteira, sempre com cortesia, não enfrentei nenhuma fila. Até a cópia escaneada que eu tinha eles aceitaram com a maior boa vontade, mesmo vendo que era um documento sem assinatura. Prevendo problemas na volta, solicitamos à IGPM, através do nosso chefe de contingente, Major Agrício PMDF, um documento para o transporte do armamento, o que foi negado argumentando-se que este documento não existia e que deveríamos providenciar junto à Embaixada uma guia de importação (isso mesmo, deveríamos importar a arma que nós mesmos levamos para o exterior!). Em vista disso, solicitamos junto ao setor de pessoal da MINUSTAH um documento com timbre da ONU onde constasse as informações necessárias para o transporte da arma e munições. Como também não era praxe confeccionar tal documento, pois cabe a cada contingente tratar do trâmite de seu armamento, no início não quiseram fazer, mas após explicarmos os motivos, nos foi concedido.
Se vocês pensaram que os problemas acabaram ali, se enganaram meus amigos. Ao desembarcar em Guarulhos o Delegado da Polícia Federal queria apreender o armamento argumentando que o documento com timbre e carimbo da ONU não tinha validade aqui no Brasil. Quando eu já estava a ponto de deixar a arma em São Paulo por pura indignação, me lembrei que a havia declarado a arma no embarque. Encontrei junto aos meus documentos aquele pedaço de papel amassado, com timbre da polícia federal, cuja assinatura do agente não era mais que um risco. Este "documento" foi finalmente aceito e pude embarcar no segundo voo do dia para Porto Alegre. Sim, segundo, pois o primeiro eu perdi por causa desse embróglio burocrático.
Tenho outras histórias sobre estes problemas, mas o texto já está muito extenso e acredito que deu para ter uma idéia sobre este tema importante.
Caros veteranos UNPOLs, até quando essa situação vai perdurar?

UNPOLs portugueses chegam a Lisboa após cumprir sua missão no Timor Leste


Na última quarta-feira (07 de abril) 182 policiais portugueses integrantes da FPU daquele país chegaram a Lisboa provenientes de Dili onde permaneceram por seis meses integrando a Missão de Paz das Nações Unidas no Timor Leste - UNMIT. São 137 policiais da Guarda Nacional Republicana - GNR, 44 policiais da Policia de Segurança Pública - PSP - e um policial do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras -SEF.
A recepção no aeroporto Figo Maduro, em Lisboa, onde chegou o Boeing 767 fretado especialmente para trazer o contingente, contou com a presença de familiares e de autoridades portuguesas como o Comandante-Geral da GNR, o tenente-general Nélson dos Santos, e o diretor nacional da PSP, Oliveira Pereira, os quais fizeram questão de marcar presença nesta recepção aos seus homens, que haviam sido rendidos dois dias antes, por outros policiais portugueses na capital timorense.
Fonte: site do CM Jornal

General Paul Cruz assume o comando militar da MINUSTAH

Em uma cerimônia realizada no BRABATT (Brazilian Battalion) na última sexta-feira o General brasileiro Paul Cruz recebeu o comando das forças militares da MINUSTAH do também brasileiro General Floriano Peixoto. A cerimônia contou com a participação de representações de todos os contingentes militares presentes na missão - argentinos, chilenos, uruguaios, jordanianos, peruanos, bolivianos, nepalenses, japoneses e coreanos, entre outros - e foi presidida pelo Representante Especial do Secretário Geral da ONU no Haiti, Edmond Mulet. Autoridades locais e estrangeiras também prestigiaram o evento, dentre as quais destacamos os Embaixadores do Brasil, Cuba, Argentina e República Dominicana.
Leia a notícia completa no site da MINUSTAH.
Foto: Marco Dormino

domingo, 4 de abril de 2010

Capitão Honda assume funções na SWAT/UNPOL da MINUSTAH

O Capitão Fábio Honda Nascimento, da PMAM, após passar pela semana de treinamento no Induction Training, foi designado para integrar a equipe da SWAT/UNPOL da MINUSTAH em substituição ao Tenente Heberton da PMDF. O Capitão Honda confirma a tradição policial brasileira de integrar a Diretoria de Operações da Missão de Paz da ONU no Haiti.
Segundo o Capitão Honda a equipe da SWAT/UNPOL é composta por um policial sérvio (Team Leader), dois policiais americanos, 1 policial chinês, 1 policial francês e 1 policial nepalês.
Conforme o e-mail enviado pelo Oficial, a chegada do Capitão Tadeu PMERJ está prevista para a próxima terça-feira, dia 06 de abril.
Desejamos boa sorte e sucesso a mais este Boina Azul que inicia sua jornada nas terras de Toussaint Louverture!

CAPES seleciona professores de português para atuar no Timor Leste


Embora não seja o foco principal do blog, eu não poderia deixar de divulgar esta informação sobre uma missão tão nobre quanto a realizada pelos Boinas Azuis. O Brasil está ajudando o Timor Leste a recuperar sua história através do idioma. A Embaixada do Brasil no Timor desenvolve o projeto “Fala Brasil! Fala Timor!” que busca divulgar a língua portuguesa e a cultura brasileira entre os jovens timorenses (foto). Seguindo este mesmo caminho, o Diário Oficial da União do dia 30 de março publicou o Edital nº 16/2010 para seleção de professores para atuarem na formação de professores de língua portuguesa em vários níveis de ensino no Timor-Leste. Estão sendo oferecidas 15 vagas para professores para uma período de até 8 meses em Dili, com início previsto para o mês de agosto. Entre os benefícios oferecidos estão uma bolsa no valor de 1,3 mil euros, seguro saúde, passagem aérea de ida e volta e auxílio moradia.
O período de inscrições vai até o dia 15 de maio, sendo que a seleção será realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), sendo dividida em 3 fases distintas: verificação da consistência documental, análise curricular (eliminatória) e entrevista, de caráter eliminatório e classificatório.
Os candidatos deverão preencher alguns pré-requisitos como possuir nacionalidade brasileira; diploma de nível superior, reconhecido na forma da legislação brasileira; experiência comprovada na área; ser preferencialmente professor da rede pública da ativa.
As inscrições serão gratuitas e feitas exclusivamente pela internet. Mais informações pelos telefones (61) 2022-6658, 2022-6659 e pelo e-mail cpro@capes.gov.br ou no site da CAPES.

sábado, 3 de abril de 2010

UNPOLs quenianos são condecorados na UNMIL

O contingente policial do Quênia na UNMIL - Missão de Paz da ONU na Libéria - foi condecorado no último dia 18 de março em cerimônia realizada na capital Monrovia. Durante seu discurso a Representante Especial do Secretário Geral (SRSG) da ONU na UNMIL, Ellen Margrethe Løj, enfatizou a contribuição dos 22 UNPOLs quenianos no monitoramento e aconselhamento técnico dos integrantes da Polícia Nacional da Libéria - PNL. Destacou principalmente as policiais femininas quenianas pelo profissionalismo com o qual elas contribuiram nos esforços para a eliminação da exploração, dos abusos e da violência sexual contra mulheres e crianças. Ellen Margrethe disse "seu aconselhamento técnico para os policiais da PNL que trabalham nos setores de proteção à crianças e mulheres foi uma importante contribuição para a implementação da Resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas".
Participaram da cerimônia o Force Commander, General Sikander Afzal, o Police Commissioner, Gautam Sawang, o Deputy Force Commander, Major General Carl Modey, o Deputy Police Commissioner,Francis Musembi Munyambu, e o Chefe de Contingente UNPOL do Quênia, Paul Kipchumba Leting.
Fonte: site da UNMIL
Foto: E. Tobey/UNMIL

Presidente Timorense condecora policiais portugueses da UNMIT


O Presidente timorense, Ramos Horta, condecorou UNPOLs portugueses com a medalha de Solidariedade do Timor Leste. A cerimônia ocorreu na última quarta-feira no Palácio Nicolau Lobato, na capital Dili. O contingente português na polícia das Nações Unidas - UNPOL - no Timor Leste é constituído por 49 policiais da PSP (Polícia de Segurança Pública), 06 da GNR (Guarda Nacional Republicana) e 02 do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Ramo Horta declarou que "Olhando para todos os contingentes que formam a UNPOL, não posso deixar de ver o português com especial apreço e carinho". O Presidente timorense recordou "relações seculares" que Portugal mantém com Timor-Leste e a "grande generosidade e solidariedade" demonstradas pelo governo português desde a independência do Timor Leste. Por fim, destacou a importância da contribuição dada pelo contingente policial português para a formação da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), a qual celebrou o 10.º aniversário no dia 27 de março.
O Police Commissioner, Luís Carrilho, o qual também é português, deu uma palavra especial de louvor no momento de despedida do contingente de seu país desejando-lhes felicidades.
Conforme o site da GNR, um novo grupo de 140 militares, integrantes do 9º Contingente do SubGrupamento Bravo, a Formed Police Unit portuguesa, parte na próxima segunda-feira para render o contingente da GNR em Timor-Leste e permanecer por seis meses na UNMIT. A chegada está prevista para o dia 07 de abril.
A foto acima foi tirada no dia 24 de fevereiro quando o Presidente José Ramos-Horta agraciou com a Medalha Solidariedade do Timor-Leste os 140 integrantes dos três pelotões do 8º contingente da GNR, que na ocasião também receberam a Medalha das Nações Unidas numa cerimônia realizada no Quartel de Caicoli, Díli.
Fonte: site TVi 24

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Instalações da UNOGBIS são invadidas por militares na Guiné Bissau


Na manhã de hoje militares da Guiné Bissau invadiram instalações das Nações Unidas naquele país e retiraram do local o ex-chefe do Estado Maior da Marinha, Contra-Almirante José Américo Bubo Na Tchute (foto), o qual é acusado de tentativa de um golpe de Estado em agosto do ano passado. O militar havia se refugiado em Gâmbia e retornado clandestinamente à Guiné Bissau em 28 de dezembro refugiando-se nas instalações da UNOGBIS onde solicitou proteção por estar corrente risco de vida.
Desde o início deste ano o governo da Guiné reivindicava ao Secretário Geral das Nações Unidas que a ONU entregasse Tchute às autoridades do país para que fosse processado ou que o mesmo fosse devolvido para Gâmbia. Com a demora da ONU, seguinda de uma declaração de que o caso necessitaria de uma solução pacífica e dentro dos ditames legais, o governo "endureceu" o discurso e determinou a entrega imediata do militar.
O problema teve um desfecho não esperado pela ONU hoje de manhã quando os militares invadiram as instalações da UNOGBIS e resgataram Tchute, levando-o em seguida para um local desconhecido. Após esta primeira ação, os militares sequestraram o Primeiro-Minstro, Carlos Gomes Juinor, o Comandante das Forças Armadas, Zamora Induta, e outros oficiais superiores os quais foram levados ao Quartel General do Exército. Informações da imprensa internacional relatam que o Sub Comandante das Forças Armadas teria assumido o controle dos militares do País.
Momentos após o Primeiro-Ministro foi liberado e retornou ao Palácio do Governo onde reuniu-se com o alto escalão do executivo para avaliar a situação. Centenas de pessoas se reuniram em frente à sede do governo para manifestar apoio a Carlos Gomes Junior e condenar a ação dos militares. Os manifestantes gritavam palavras de ordem entre as quais "não queremos mais golpes de Estado".
A situação está tensa no país, onde existem várias reclamações a respeito da conduta dos militares e a intromissão dos mesmo em assuntos políticos e policiais.
Fonte: site do jornal La Vanguardia

Comunidade Internacional vai doar cerca de 10 Bilhões de dólares ao Haiti

Este foi o resultado da reunião realizada ontem em Nova York com os países doadores de recursos ao Haiti. Participaram da reunião mais de cem representantes de países integrantes das Nações Unidas. O Brasil teve papel de destaque, pois foi o único país em desenvolvimento a ter assento junto aos países que co-presidiram a reunião (França, Espanha, Canadá e União Européia). As doações serão integralizadas em um prazo máximo de 3 anos. O Secretário Geral das Nações Unidas agradeceu aos participantes e disse que a ONU estará empenhada em garantir a transparência e eficácia no emprego da verba na reconstrução do Haiti.
O Ministro das Relações Exteriores, Celso amorim, durante seu pronunciamento, voltou a destacar que o projeto do Brasil para o Haiti é uma parceria de longo prazo, bem como salientou que a ajuda do Brasil vai muito além da contribuição financeira oferecida neste momento - 172 milhões de dólares, passado pela ajuda na áreas de saúde, agricultura e infraestrutura. O Ministro salientou, ainda, que o Brasil vai continuar auxiliando em projetos como o de saneamento e de merenda escolar.
Segundo Celso Amorin, um dos projetos de maior destaque atualmente no país caribenho é a coleta de lixo, projeto este que começou no IBAS (India, Brasil e África do Sul) e que agora faz parte dos projetos do PNUD (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas). Isto está gerando renda aos haitianos e ajudando a solucionar o problema do lixo na capital Porto Príncipe.
Por fim, o Ministro informou alguns dados sobre a presença brasileira no Haiti, destacando que o Brasil possui atualmente 2.600 homens e mulheres, entre militares, policiais e civis, exercendo algum tipo de trabalho no Haiti, quer seja na MINUSTAH ou em projetos bilaterais assinados pelos dois governos.
Fonte: site do Jornal O Globo
Foto: EFE/Peter Fole