Tomei a liberdade de publicar o comentário que o Capitão Honda PMAM fez em relação ao último post, pois, ao contrário do que eu pensava, ele também enfrentou problemas com o transporte do armamento. Isso só reforça a minha idéia que estes fatos são rotina e não exceção.
"Marco, corroborando com seu comentário, só posso dizer que infelizmente meu embarque com armamento também não foi um mar de rosas. Segui as orientações do COTER e nesse sentido até elogio o interesse do ST Lemes, que sempre ligava ou mandava e-mail passando os bizus e perguntando se já havia feito os contatos em Manaus. Fui à Seção de Fiscalização e Controle de Produtos Controlados (SFPC) da 12.a Região Militar e consegui um Ofício do Cmt da Região ao Superintendente da Receita Federal (sim, RECEITA) informando a saída do meu armamento. Fui duas vezes à PF e disseram que não era com eles, pois eu estava indo para fora do País e fugia de sua competência (!). Na Copa Airlines, empresa pela qual fiz o trajeto Manaus-Panamá-Santo Domingo, o Comandante não quis levar a arma na cabine, mesmo com a tal "maleta 007" trancada e a pistola desmontada, de modo que ela foi despachada junto com as outras bagagens!!! Em todas as conexões (Panamá e Santo Domingo) criaram caso com meu armamento, dizendo que queriam um documento da ONU. Eu explicava, explicava, e na prática acabei prosseguindo somente após chegar algum supervisor e dizer: "Não, tá bom, pode deixar.", como se fosse na base do favor. Confesso ter ficado muito preocupado com a possibilidade do meu armamento ficar retido em algum aeroporto. Ah, e em Santo Domingo ainda criaram o maior caso com os medicamentos (do EB, lacrados) que levava.
Bem, como você falou, Marco, essa história também teve outros detalhes, que não dá para escrever em um simples comentário!
Espero agora que o Cap Tadeu consiga resolver esse imbróglio e venha logo somar conosco na MINUSTAH!
Abçs a todos q acompanham esse blog!
Cap PMAM Fábio Honda
13 de abril de 2010 21:35"
"Marco, corroborando com seu comentário, só posso dizer que infelizmente meu embarque com armamento também não foi um mar de rosas. Segui as orientações do COTER e nesse sentido até elogio o interesse do ST Lemes, que sempre ligava ou mandava e-mail passando os bizus e perguntando se já havia feito os contatos em Manaus. Fui à Seção de Fiscalização e Controle de Produtos Controlados (SFPC) da 12.a Região Militar e consegui um Ofício do Cmt da Região ao Superintendente da Receita Federal (sim, RECEITA) informando a saída do meu armamento. Fui duas vezes à PF e disseram que não era com eles, pois eu estava indo para fora do País e fugia de sua competência (!). Na Copa Airlines, empresa pela qual fiz o trajeto Manaus-Panamá-Santo Domingo, o Comandante não quis levar a arma na cabine, mesmo com a tal "maleta 007" trancada e a pistola desmontada, de modo que ela foi despachada junto com as outras bagagens!!! Em todas as conexões (Panamá e Santo Domingo) criaram caso com meu armamento, dizendo que queriam um documento da ONU. Eu explicava, explicava, e na prática acabei prosseguindo somente após chegar algum supervisor e dizer: "Não, tá bom, pode deixar.", como se fosse na base do favor. Confesso ter ficado muito preocupado com a possibilidade do meu armamento ficar retido em algum aeroporto. Ah, e em Santo Domingo ainda criaram o maior caso com os medicamentos (do EB, lacrados) que levava.
Bem, como você falou, Marco, essa história também teve outros detalhes, que não dá para escrever em um simples comentário!
Espero agora que o Cap Tadeu consiga resolver esse imbróglio e venha logo somar conosco na MINUSTAH!
Abçs a todos q acompanham esse blog!
Cap PMAM Fábio Honda
13 de abril de 2010 21:35"





